A OSTRA DE LINGUA CARECA
segunda-feira, 6 de abril de 2015
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
2013, 20 ANOS DE "A OSTRA DE LÍNGUA CARECA"
Escrito em 1993 por Márcio Tavolari, o texto foi um dos contemplados pelo antigo INACEN (Instituto Nacional de Artes Cênicas), na ocasião presidido pelo poeta Ferreira Goulart através do Prêmio Pedro Veiga.
Recomendado para a leitura dramática pelo Ministério da Cultura, o texto faz parte do acervo de textos do Teatro Glauce Rocha do Rio de Janeiro e da Biblioteca de Textos Teatrais do Centro Cultural São Paulo.
A primeira montagem, em caráter experimental, apresentada em escolas e no Espaço Cultural INEP do Rio de Janeiro em 1993, foi encenada pelos atores Edio Nunes e Márcia Matepi com direção do próprio autor e músicas originais de Gui Tavares, coreografias de Edio Nunes.
Em 1997, o texto ganhou a primeira montagem profissional, sendo vencedor da concorrência da Prefeitura de São Paulo para ocupação do Teatro Cacilda Becker, na Lapa, onde estreou em outubro de 1997.
A montagem original acabou seguindo temporada por outros teatros da prefeitura de SP como o João Caetano, na Vila Clementino, e o Martins Pena, na Penha. No elenco original Ciniza Fiuza como Glorinha e Evandro Amorym como Bentim.
A produção foi agraciada com 3 indicações ao Prêmio Mambembe - melhor autor e melhor figurinos para Márcio Tavolari e melhor atriz para Cinira Fiuza. Ainda, referente ao ano de 1997, o ator Evandro Amorym também foi indicado ao Prêmio APETESP como melhor ator.
Em março de 1998, o espetáculo deu continuidade a sua temporada por cidades do interior de São Paulo através do Circuito SESC. No segundo semestre de 1998, ainda em São Paulo, a atriz Cinira Fiuza foi substituída pela atriz Denise Machado no papel de Glorinha, na temporada realizada no Teatro Santa Catarina.
Em maio, de 1999, o espetáculo seguiu para a temporada carioca, estreando no Teatro Leblon, Sala Marilia Pera com Evandro Amorym e Andréia Faria (Sorvetão), com músicas extras e novos arranjos assinados por Cacá Bloise e Eduardo Filipovich, com desenho de luz de Paulo Cesar Medeiros e coreografias de Duda Maia.
A montagem carioca foi indicada ao Prêmio Coca-Cola de Teatro Infantil nas categorias Melhor autor e figurinos para Márcio Tavolari e iluminação para Paulo César Medeiros.
Em 2013 está prevista uma montagem comemorativa dos 20 anos do texto no Rio de Janeiro.
Recomendado para a leitura dramática pelo Ministério da Cultura, o texto faz parte do acervo de textos do Teatro Glauce Rocha do Rio de Janeiro e da Biblioteca de Textos Teatrais do Centro Cultural São Paulo.
A primeira montagem, em caráter experimental, apresentada em escolas e no Espaço Cultural INEP do Rio de Janeiro em 1993, foi encenada pelos atores Edio Nunes e Márcia Matepi com direção do próprio autor e músicas originais de Gui Tavares, coreografias de Edio Nunes.
Em 1997, o texto ganhou a primeira montagem profissional, sendo vencedor da concorrência da Prefeitura de São Paulo para ocupação do Teatro Cacilda Becker, na Lapa, onde estreou em outubro de 1997.
A montagem original acabou seguindo temporada por outros teatros da prefeitura de SP como o João Caetano, na Vila Clementino, e o Martins Pena, na Penha. No elenco original Ciniza Fiuza como Glorinha e Evandro Amorym como Bentim.
A produção foi agraciada com 3 indicações ao Prêmio Mambembe - melhor autor e melhor figurinos para Márcio Tavolari e melhor atriz para Cinira Fiuza. Ainda, referente ao ano de 1997, o ator Evandro Amorym também foi indicado ao Prêmio APETESP como melhor ator.
Em março de 1998, o espetáculo deu continuidade a sua temporada por cidades do interior de São Paulo através do Circuito SESC. No segundo semestre de 1998, ainda em São Paulo, a atriz Cinira Fiuza foi substituída pela atriz Denise Machado no papel de Glorinha, na temporada realizada no Teatro Santa Catarina.
Em maio, de 1999, o espetáculo seguiu para a temporada carioca, estreando no Teatro Leblon, Sala Marilia Pera com Evandro Amorym e Andréia Faria (Sorvetão), com músicas extras e novos arranjos assinados por Cacá Bloise e Eduardo Filipovich, com desenho de luz de Paulo Cesar Medeiros e coreografias de Duda Maia.
A montagem carioca foi indicada ao Prêmio Coca-Cola de Teatro Infantil nas categorias Melhor autor e figurinos para Márcio Tavolari e iluminação para Paulo César Medeiros.
Em 2013 está prevista uma montagem comemorativa dos 20 anos do texto no Rio de Janeiro.
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